"Gilberto Madaíl vai tentar evitar o litígio com o selecionador e irá propor a rescisão amigável. Segundo Record apurou, os valores serão generosos, podendo ficar a meio da verba total a que Queiroz teria direito (3,2 milhões de euros). Essa proposta deverá ser aceite pelo selecionador, convencendo-o assim a assinar a desvinculação. Deste modo se evitará a ida para os tribunais num processo que seguramente se irá arrastar, causando naturais danos às partes."
(antónio magalhães no 'record')
"Uma rescisão amigável não está nos objectivos do seleccionador nacional. O DN sabe que Carlos Queiroz já fez passar a mensagem a Gilberto Madaíl, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, que não tem intenções de deixar a selecção com base num acordo mútuo, tal como o dirigente pretende.
Apoiem-me ou despeçam-me, com a agravante que isso acarreta para a federação. Sem serem suas estas palavras, o DN sabe que este é para já o lema do seleccionador, com contrato até 2012."
(sílvia freches, no 'dn')
a leitura destas duas peças, antagónicas nos cenários que antecipam embora ambas assinadas por jornalistas ilustres e experientes, revelam bem as dificuldades que se prevêem para amanhã, quando a reunião do executivo federativo discutir se quer despedir carlos queiroz e, nesse caso, como e por quanto?...
isto sem esquecer o problema superveniente que não é menor: por quem?...